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Flora

No estado plus, ela é  Flora!

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No estado civil,  Márcia Sampaio Fernandes é graduada em Psicologia (Fac. São Bento), na área de educação (UCSAL), é professora  aposentada.


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Símbolos e Simbologia de seu cartumano

SENTIR : o sol nasce de seu coração e do centro de seu ser.

PENSAR: os pensamentos ao redor de sua cabeça são cruzes, simbolizando a transformação do ciclo da vida. A sua visão de mundo é representada pela forma gráfica para a teoria das cores de Newton: na teoria do estado plus, elas simbolizam o sentir, pensar e agir! e por exclamações que este estado nos dá !!! 

AGIR: o caminho para o universo que começa nas entranhas de seu ser.

Datas de Renascimento: 1981, 1985, 2000, 2010, que correspondem ao nascimento de suas filhas, as aulas de autoconhecimento na sociedade hólon e o contato com sua família paterna.

Tonho

No estado plus, ele é Tonho.

No estado civil, Antonio Carlos Carvalho de Oliveira é formado em direito (UCSal) e pedagogia (UFBA).



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Símbolos e Simbologia de seu cartumano

SENTIR : o sol nasce de seu coração e do centro de seu ser.

PENSAR: os pensamentos ao redor de sua cabeça são balanças de tambores, simbolizando uma justiça ritmada pelos batuques dos ancestrais. A sua visão de mundo é simbolizada pelos búzios, uma leitura intuitiva e integrada com a divindade da Mãe Natureza.

AGIR: o caminho para o universo que começa nas entranhas de seu ser.

KRISHNA


KRISHNA
INDUÍSMO (há aproximadamente 5.000 anos)


Bhagavan Sri KRISHNA 

" AVATAR da divindade hindu VISHNU. Como outros heróis divinos e humanizados, diz-se que nasceu milagrosamente. Depois do nascimento foi abandonado em segredo na casa de alguns guardadores de vacas em Mathura, a fim de eludir a busca determinada por Kamsa, opressor que Krishna viera para destruir, e que fora prevenido de seu destino. As aventuras amorosas do jovem Krishna com as guardadoras de vacas (gopis), entre as quais se achava Radha, são um trecho muito conhecido da história, tomando como alegoria do amor dos devotos ao seu divino senhor. O som da flauta de Krishna, chamando as moças para vir dançar ao luar, simboliza, diz-se, a voz de Deus chamando os que a ouvem para trocar os prazeres terrenos pelos divinos. A carreira subsequente de Krishna inclui a destruição de reis e demônios opressores em várias partes da Índia, e o clímax da história, como vem contado no MAHABHARATA, é a Batalha de Kurukshetra, na véspera da qual ele fez para Arjuna o grande discurso moral do BHAGAVAD-GITA (Canto do bem-aventurado). Krishna, portanto, é uma figura que a todos atrai: a homens e mulheres, moços e velhos. O seu culto inclui, de ordinário, também o de Radha, sua amante, como o culto conjunto de Radha-Krishna. Tudo indica que a narrativa se baseia, historicamente, num herói popular da região de Brindavan, que é o seu centro, no norte da Índia. Brindavan passou a ser o principal centro de peregrinação para os devotos de Krishna" (HINNELLS, J. R. Dicionário das religiões. São Paulo: Círculo do Livro, 1984, p.150-151).

MOISÉS


MOISÉS
JUDAÍSMO ( há aproximadamente 3.400 anos)


Moisés
"Moisés (c. século XIII AEC), a figura central da BÍBLIA para o JUDAÍSMO rabínico, é citado como “Moisés, nosso RABINO”. De acordo com o sétimo princípio da doutrina judaica de MAIMÔNIDES, Moisés foi o maior dos profetas, e o Pentateuco, que Deus lhe revelou, é único e imutável. Julga-se também que as tradições orais do judaísmo se originam de Moisés, que passou quarenta dias recebendo instruções de Deus no Sinai" (HINNELLS, J. R. Dicionário das religiões. São Paulo: Círculo do Livro, 1984, p.176).

RABINO
" Originalmente, título de um sábio palestino ordenado no princípio do período rabínico, que significa “Meu Mestre”. […] o rabino não é padre, senão, em primeiro lugar, professor e guia espiritual "(HINNELLS, J. R. Dicionário das religiões. São Paulo: Círculo do Livro, 1984, p.213).

BRAHMA


BRAHMA
BRAMANISMO (há aproximadamente 2.700 anos)


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Não há registros do ser humano que se iluminou na época. Foi cultuado como um Deus.

"Brahma não é uma divindade do primeiro período védico da religião hindu (VEDA), e talvez resulte de desenvolvimentos ulteriores do pensamento. É possível que isso esteja representado na epopéia sanscrítica, o MAHABHARATA, onde se diz que “a noção da existência individual (ahamkara) apareceu primeiro, e dela nasceu Brahma(grifo nosso)"(HINNELLS, J. R. Dicionário das religiões. São Paulo: Círculo do Livro, 1984, p.44).

BRAHMA

"Deus hindu, criador personificado do universo. No pensamento indiano clássico, as outras duas divindades principais, VISHNU e XIVA, formam juntamente com Brahma, uma “trindade” cujo significado é o seguinte: assim como Vishnu e Xiva representam forças opostas, a saber, a existência e o aniquilamento, a luz e a treva, a concentração e a dispersão, a preservação e a destruição, respectivamente; assim, Brahma é o equilíbrio entre eles, “a possibilidade da existência resultante da união dos opostos”. Mas, ao passo que BRAHMAN é um princípio impessoal, do gênero neutro, Brahma, pessoal, do gênero masculino (grifo nosso) também é visto como a divindade oniabrangente, o nome da divindade única por trás de todos os muitos nomes de deuses usados na linguagem popular hindu. À diferença das várias divindades do panteão hindu, Brahma não recebe culto, embora seja representado iconograficamente e seu nome, por vezes, apareça em rituais.
Brahma não é uma divindade do primeiro período védico da religião hindu (VEDA), e talvez resulte de desenvolvimentos ulteriores do pensamento. É possível que isso esteja representado na epopéia sanscrítica, o MAHABHARATA, onde se diz que “a noção da existência individual (ahamkara) apareceu primeiro, e dela nasceu Brahma”(grifo nosso). É ponto pacífico que a “trindade” de deuses, a que nos referimos acima, se desenvolveu por volta do fim do século I AEC. Teve vida curta, e o culto de Brahma, tal como era, perdeu a importância, deixando Vishnu e Xiva como as duas formas principais da divindade hindu. SHAKTI, o princípio feminino da dinvidade, surgiu então para ocupar o terceiro lugar" (HINNELLS, J. R. Dicionário das religiões. São Paulo: Círculo do Livro, 1984, p.44).

MAHAVIRA


MAHAVIRA
JAINISMO (há aproximadamente 2.650 anos)



Vardhamana 

 MAHAVIRA

"O título do professor religioso indiano dos séculos VI/V AEC, cujos ensinamentos são preservados pelos jainistas (JAINISMO). A data tradicional do seu nascimento é 540 AEC, e de sua morte, 468 AEC, embora não seja universal o consenso a respeito disso. Ele parece ter sido um contemporâneo um pouco mais velho do GAUTAMA e, como este, vivia na região inferior do vale do GANGES (GANGA), no que hoje se chama Bihar. Saiu de casa aos trinta anos de idade, mais ou menos, para levar a vida sem lar dos astecas, errando de um lugar a outro, discutindo e disputando com outros filósofos ascetas como ele, e sujeitando-se a várias austeridades. Dizem que o seu nome pessoal era Vardhamana e que alcançou a iluminação total transformando-se, assim, num Jina (o que triunfa) e morrendo de fome voluntária em Pavapuri, no Bihar" (HINNELLS, J. R. Dicionário das religiões. São Paulo: Círculo do Livro, 1984, p.159).

ZOROASTRO


ZOROASTRO
ZOROASTRISMO (há aproximadamente 2.600 anos)


ZOROASTRO
"Forma grega do nome iraniano “Zarathushtra” (mais tarde Zardusht) do profeta, pertencente a família Spitama. A maioria dos eruditos acredita que ele viveu no Irã oriental, mas é menor o consenso no que tange às datas. Recente tradição PARSE situa-se no tempo por volta do ano 6000 AEC, mas essa informação não é aceita por nenhum acadêmico ocidental. Em vez disso, tem-se preferido uma data em torno do século VI AEC, conquanto a pesquisa mais recente dê a entender que é mais provável a data de 1700-1400 AEC. Nesse período, ele é o primeiro profeta da história das religiões. Seus ensinamentos estão preservados em dezessete hinos, conhecidos como Gathas, que constituem uma posição central da liturgia YASNA e estão contidos no livro santo zoroastrismo, o AVESTA.
Zoroastro acreditava haver visto Deus, AHURA-MAZDA, em visões e que ele fora destacado para a sua missão sarcedotal e profética desde o princípio. Ahura-Mazda, ensinava, era o criador de tudo o que é bom, e só ele fazia jus ao culto absoluto. O profeta, por conseguinte, foi chamado o primeiro monoteísta. Ensinava ainda que o “espírito gêmeo” contrário, a origem maligna da violência, do mal e da morte, ANGRA MAINYO, opunha-se a Ahura-Mazda. O homem tem liberdade para escolher entre dois poderes. O justo se oporá ao mal, difundirá a Boa Criação (plantas, animais e homens) e adorará Mazda com pureza. Zoroastro rejeitava energicamente os daevas, deuses do indo-iranianos (INDO-EUROPEUS), e como Indra (VEDA), por sua natureza violenta e amoral, que via manifestar-se na destruição produzida pelos invasores, ameaçantes da estabilidade da sua comunidade agrícola estabelecida. O eterno destino do homem, ensinava ele, seria decidido pelo uso que fizesse do livre-arbítrio, no julgamento individual após a morte (veja PONTE CHINVAT), e no julgamento universal após a ressureição (veja FRASHOKERETI). O justo, acreditava, iria para o céu, e o mau, para o inferno – escuro abismo de sofrimento, comida ruim e aflição. Zoroastro foi, portanto, o primeiro profeta a professar a crença nos dois julgamentos, no céu, no inferno e na ressureição do corpo.
Passagens do Avesta e mais recente literatura PÁLAVI narram várias lendas a respeito de sua vida. De acordo com elas, seu nascimento fora predito a homens dos tempos antigos e assinalado por milagres. As forças do mal tentaram destruir a criança, mas ela recebeu a proteção divina. Zoroastro era um sacerdote dado à meditação solitária. A primeira visão lhe sobreveio aos trinta anos de idade. A princípio, sua mensagem foi rejeitada, e sua pessoa, violentamente atacada, mas ele perseverou e converteu o rei Vishtapa (mais tarde Gushtasp) ao curar milagrosamente seu cavalo favorito, quando todos os outros remédios haviam falhado. Dali por diante os ensinamentos de Zoroastro passaram a ser a religião oficial do reino. Reza a tradição que ele foi assassinado aos 77 anos, enquanto orava diante do altar "
(HINNELLS, J. R. Dicionário das religiões. São Paulo: Círculo do Livro, 1984, p.239).